No fundo, ele parece muito comigo
Procura o amor verdadeiro
Mas sente tanto medo de encontrá-lo
Brada o amor, faz poemas, e prefere a ilusão
Diz que aquelas mulatas não é o que procura
É exigente
Mais parece uma desculpa
O medo da entrega e do compromisso
E vai continuar nesse caminho
Até perceber que já é tarde
Percebe os grandes amores que passaram
Sem que ele corresse atrás, fizesse algum sacrifício
Vai, então, finalmente abrir sua vida e coração pra uma qualquer
Porque já não há mais tempo
Assim como eu, vamos fazer uma vida a dois sem tempero
És, nessa minha busca, o que não quero encontrar em meus parceiros
Esse meu lado negro, o teu
1 comment:
Parecidos
Nunca se viram refletidos no espelho
E o amor verdadeiro, por onde anda?
Palavras trabalhadas com esmero
Numa talvez insuficiência não demonstrada
Ele quer, ela quer, mas assim não dá em nada.
Setembro, outubro novembro dezembro e janeiro. Cravei no punho
A faca. Poderia ser fevereiro, março abril, maio, JUNHO.
Sim, somos iguais, em partes. Liberais. Falamos muito de nós...
Como podemos tão sós?
Eu gostei, sim das tuas palavras.
Cada dia gosto mais.
beijos
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